segunda-feira, 18 de julho de 2016

O IMEI do seu celular, ou de qualquer celular? Não sabe como localizar? Então clique aqui no link! Vai achar!


Desde a segunda metade do ano de 2015, a polícia no estado de São Paulo, pode pedir o código IMEI de celulares as operadoras em a fim de bloquear aparelhos que, por ventura, tenho sido furtado ou roubado. Em nota, ela afirma que será possível boquear um telefone em menos de 4 horas contadas desde o registro da ocorrência criminal. O objetivo é inutilizar o aparelho impossibilitando seu uso posterior. Procedimento importante mas que, infelizmente, possui maneiras de ser contornado. Criminosos mais experientes já conhecem algumas maneiras de contornar o bloqueio. Mesmo assim, vale a pena tentar.

Isso é importante para tentar contar o crescente avanço dos crimes relacionados aos furtos de celulares no Brasil. Os mais novos smartphones tem se tornado item altamente visado pelos criminosos, haja vista seu alto valor no mercado negro ou sua utilidade na prática de outros crimes.


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Entretanto, é necessário que a vítima forneça o número IMEI referente ao telefone subtraído no ato de registro do boletim de ocorrência. Algo que pode ser difícil quando o aparelho já foi roubado e a vítima não possui mais a caixa ou nota fiscal do produto.
O IMEI, uma espécie de número serial eletrônico específica a cada telefone, é facilmente achado junto ao aparelho (geralmente em uma etiqueta localizada atrás da bateria), na caixa do produto ou no menu de serviço de cada telefone. Não deixe para depois, siga nosso tutorial e anote o seus antes que seja tarde.

Método 1: Digitando o código universal

Este método deve funcionar e todos os aparelhos homologados no Brasil. Basta digitar *#06#  através do teclado numérico do telefone.  O IMEI será exibido imediatamente na tela.
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Método mais simples, basta procurar pela etiqueta geralmente encontrada ao remover-se a bateria, ou sua cópia anexada na caixa que acompanhava o telefone no ato de compra.
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Basta procurar por ela na nota fiscal recebida no ato da compra.




 Como encontrar o número IMEI em qualquer celular   

sexta-feira, 15 de julho de 2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Presídios - Com mais de 500 novos presos por mês, Autoridades afirmam que sistema prisional gaúcho se aproxima do colapso

Com a interdição do Presídio Central, cuja população carcerária chega a 4,7 mil – uma das médias mais altas dos últimos anos – esses presos estão sendo enviados para cadeias no Interior do Estado. (Foto: Sidinei Brzuska)


Janine Souza
Do TJ-RS
Sem condições de receber um efetivo que só cresce e longe de cumprir as premissas de ressocialização, o sistema prisional gaúcho é um organismo que chega à beira do colapso. Com mais de 34 mil presos, a cada mês, são mais 500 detentos que ingressam nas prisões do Rio Grande do Sul. Um aumento real em um cenário onde a falta de vagas em presídios faz com que as celas das Delegacias de Polícia da Capital e Região Metropolitana extrapolem a sua capacidade de receber provisoriamente os detentos.

Com a interdição do Presídio Central, cuja população carcerária chega a 4,7 mil – uma das médias mais altas dos últimos anos – esses presos estão sendo enviados para cadeias no Interior do Estado. Como resultado, o crime começa a se fortalecer em cidades de pequeno e médio porte. A falta de condições estruturais e de pessoal do Estado repercute também na não apresentação de presos em audiências judiciais, que, nas últimas semanas, chegou a 70%.

O juiz Sidinei José Brzuska, titular da 2ª Vara de Execuções Criminais da Capital, vem alertando para a ineficácia e a iminente falência do sistema. A saída, sugere o magistrado, é investir em uma política de desencarceramento urgente.

“O Brasil, nos últimos cinco anos, aumentou em 33% a taxa de encarceramento. Nós estamos cada vez mais jogando gente para um sistema que não funciona e estamos gastando dinheiro com isso”, avalia. A realidade do Rio Grande do Sul, adverte, é de absoluta emergência. “Sequer audiências conseguimos fazer. Daqui a pouco, não vamos conseguir julgar. E não faltará gente para acusar o Poder Judiciário de culpa disso, por estar soltando gente porque não está conseguindo fazer audiências”.

Presídio Central
O Presídio Central, que já foi considerado o pior do país, está no cerne da problemática. Atualmente, abriga 4,7 mil detentos em local insalubre e com poucas condições de recuperação  social. A casa chegou a ter 5,3 mil encarcerados, mas, na época, havia um pavilhão a mais.

Com a falta de assistência aos presos, por parte do Estado, a manutenção da casa fica por conta das famílias e das facções criminosas. “Tem água, luz e as paredes. O Estado fornece uma alimentação consumida apenas pelos presos mais obres. Os familiares levam dinheiro. Cada família pode levar R$ 120 reais por semana e esse dinheiro gera um comércio de comida, de material de higiene e, naturalmente, de venda de telefones, de armas e de drogas”, explica o magistrado.


Em cinco anos, foram apreendidas dentro do PC 58 armas industriais, quase 10 mil telefones celulares e mais de 120 quilos de drogas. “Se somar tudo, isso torna o quarteirão do Presídio Central o maior ponto de comércio e venda de drogas do Rio Grande do Sul”, afirma Brzuska. As apreensões mais recentes são basicamente telefones com acesso a Internet, os smartphones. Cerca de 73% dos aparelhos apreendidos neste ano já estavam nas mãos dos presos.

Comércio
De cada cinco visitantes que ingressam no Presídio Central, quatro entram com sacolas, levando alimentos e materiais de higiene. Os visitantes são basicamente mulheres. De acordo com o Juiz da VEC, o preso que recebe sacola tem uma chance maior de voltar para a sociedade e não reincidir. “Para o preso que não recebe sacola, a reincidência é de 100%. Porque ele vive de favor na prisão. Esses bens indispensáveis para a sua sobrevivência, ele acaba tendo que receber da facção que coordena aquele lugar. Ele vai pagar isso em serviços, normalmente, isso significa a prática de um novo crime”.

Aumento da população carcerária
O número de apenados que ingressam e permanecem no Presídio Central disparou do ano passado para cá. Conforme o magistrado, o efetivo prisional tem aumentado em mais de 500 presos por mês. “Isso significa que o Estado teria que construir uma penitenciária por mês, a um custo de R$ 30 milhões, e nomear 100 agentes novos por mês”, exemplifica Brzuska. Hoje, o Estado tem levado em torno de 4 anos para efetuar a construção de uma casa prisional.
Com isso, a urgência de políticas de prevenção é iminente, ressalta: “Não estamos protegendo a vítima, ela já foi atacada. Estamos apenas reagindo de forma emergencial, não planejada e não concatenada”.

Isso porque com a falta de vagas nas cadeias da Capital e da Região Metropolitana e a impossibilidade de manter os detentos nas Delegacias de Polícia, os homens acabam sendo enviados para o Interior do Estado. E a chance de retornarem é pequena, afirma o Juiz.

“O Estado tem que agir rapidamente. Não podemos manter essa emergência por muito tempo senão, em médio prazo, fixaremos a expertise das facções criminosas no Interior”, adverte. “Hoje, os presídios de Porto Alegre e Região Metropolitana geram renda para o crime. No Interior, isso ainda não acontece. Mas, em pelo menos dois ou três anos, o controle do crime no Interior vai estar nas mãos das facções. Isso, sim, potencializará muito a criminalidade”.

Delegacias lotadas e audiências não realizadas
A permanência dos presos em Delegacias de Polícia é outra consequência do efeito cascata da crise no sistema prisional gaúcho.
Em contrapartida, o magistrado relata que as 2,4 mil vagas ociosas em três unidades prisionais da Penitenciária Estadual de Canoas podem ajudar a amenizar o problema, mas alerta: “Se o Estado replicar ali o que faz no Central, ele vai privatizar o local. Ou seja, abrir a porta, jogar preso para dentro e deixar as facções administrarem o presídio. Uma vaga custa quase R$ 60 mil. É caro para tirar do bolso e entregar para facção”.

Sidinei Brzuska rebate as críticas ao Poder Judiciário que, muitas vezes, determina a soltura dos detentos. “Esse prende e solta é uma falácia. Se fosse verdade, o Brasil não teria aumentado a sua população carcerária em 600% em 10 anos. Isso vem sendo repetido e não tem sustentação em números. O Juiz não está soltando preso por prazer. As pessoas permanecem presas o tempo que devem permanecer presas. O Estado brasileiro, sobretudo aqui no RS, não se planeja. Não procura atacar o crime, atacar aqueles pontos que, ali na frente, irão gerar um delito. Ele espera esse crime acontecer. E aí ele vai atrás de quem praticou e joga na cadeia”.

A não apresentação de presos em audiências judiciais chegou a 70% e existe a possibilidade de atingir a totalidade. Sem condições estruturais (veículo, combustível e pessoal), a SUSEPE tem dificuldades para efetuar o transporte até os Foros.

“A SUSEPE não tem culpa dessa situação. Ela não tem autonomia nem orçamento para isso. Tem que cobrar de quem deixa a SUSEPE nessa situação. O problema prisional é assunto da alçada do Governador do Estado”.

Política de desencarceramento
O Juiz Sidinei Brzuska considera que a saída não está na construção de mais presídios, mas na formulação de uma política que reduza os índices de criminalidade. “Precisamos começar a discutir projetos e planos para a diminuição da população carcerária”, ressalta.

Na avaliação do magistrado da VEC da Capital, resolver a problemática implica em medidas de médio e longo prazo, mas que passam, necessariamente, em atacar questões desencadeadoras da criminalidade, como o desemprego e a baixa escolaridade. “A maioria dos presos são homens que abandonaram a escola no Ensino Fundamental. Somente em Porto Alegre, nos últimos dois anos, 32 mil pessoas abandonaram a escola no Ensino Fundamental. Cada ano que o jovem permanece no colégio, a partir da 6ª série, diminui em 10% a chance dele se tornar um criminoso. Uma política de desencarceramento primária pensaria em como fazer com que o jovem fique no colégio até os 18 anos”, cita ele.

“Outro exemplo: Praticamente 90% das pessoas presas em flagrante estão desempregadas. Atacando esses problemas, em 20 anos, reduziremos a população carcerária em um terço. A partir daí, para os que permanecerem, deverá ser trabalhada a ressocialização. Hoje não temos nada disso. Estamos reagindo ao crime depois que ele aconteceu”, defende o magistrado. “Não é preciso mexer em lei penal. Temos que fazer um plano. O sistema, como está, não funciona: tem altíssimos índices de reincidência, custa caro, não protege a vítima e dá lucro para os bandidos”, assevera.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Segurança pública do RS - Segunda fase do Plano Estadual de Segurança Pública será anunciada nesta quinta-feira

O governo do Estado anuncia nesta quinta-feira (30), às 10h, a segunda fase do Plano Estadual de Segurança Pública. O anúncio será no salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini e contará com a presença do governador José Ivo Sartori e do secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini.

As ações da segunda fase representam R$ 166,9 milhões em novos investimentos até o início de 2018 – recursos para o pagamento de horas extras e diárias, ampliação dos efetivos e investimentos no reaparelhamento dos órgãos da Segurança Pública.

Entre as iniciativas apresentadas estão o chamamento dos aprovados no último concurso da Brigada Militar e da Polícia Civil e a realização de novos concursos para a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) e Instituto-Geral de Perícias (IGP).


A reestruturação do sistema penitenciário gaúcho, com um plano que prevê a geração de novas vagas prisionais, completa o pacote de medidas.

Serviço:
O quê: Anúncio da segunda fase do Plano Estadual de Segurança Pública

Quando:
Quinta-feira (30), às 10h

Onde:
Salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini


Texto: Mirella Poyastro
Edição: Denise Camargo/Secom

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Facebook (novidades): Como transmitir vídeos ao vivo no Facebook sem celular



link dessa publicação (fonte TecMundo)
http://www.tecmundo.com.br/facebook/106334-transmitir-videos-vivo-facebook-celular.htm 

A transmissão de vídeos ao vivo é uma das apostas do Facebook para manter seus usuários engajados no que ele tem a oferecer. Inicialmente restrito a um público selecionado, o recurso aos poucos está chegando a todos aqueles que possuem um perfil na rede social.


Ao contrário do que muita gente pensa, a novidade não está restrita aos aplicativos do site para smartphones. Apesar de esse parecer ser o foco atual da empresa, quem tem algum equipamento de transmissão ou software especializado nisso também pode transmitir imagens do PC ou de webcam (ou combinações entre os dois) para seus amigos.
Neste artigo, explicamos como você pode usar o XSplit para aproveitar o recurso do Facebook sem ter que investir em um smartphone compatível. Também damos algumas dicas de ajustes que você pode fazer no programa para assegurar que a transmissão vai ter uma qualidade compatível com sua conexão de internet. 

Configurando a transmissão.

 

Para integrar a transmissão ao vivo do Facebook com o XSplit, é preciso obter dois links fornecidos pela rede social. Para isso, acesse a sua página de perfil e selecione a opção “Ferramentas de Publicação”;






sexta-feira, 24 de junho de 2016

Máquinas (Leitores) de Cartões Mobile - Um ótimo vídeo para melhor esclarecer os interessados no assunto.

As chamadas "maquininhas" oferecidas por grandes empresas com soluções em pagamentos, como Cielo, Rede, Getnet, Stone, Bin, Vero, que estão ligadas a grandes bancos, como BB, CEF, Bradesco, Itaú, Banrisul, estão chegando cada vez mais forte para ocupar espaço no mercado de empreendedores que estavam de certa forma prejudicados em realizar negócios e comercializar o seu(s) produtos e /ou serviços!
Pois, a partir da chegada das máquinas leitoras de cartões de crédito e débito, isso parece ter aberto nova janela da esperança para esses trabalhadores. Já há mais de 20 marcas espalhadas e uma disputa muito grande no quesito juros por transação e também no preço do aparelho.
Assistam ao vídeo que o canal "Papo de Churrasco" montou e fez um ótimo apanhado das principais Leitoras de Cartão e valores!
Abraço.

COPIE E COLE O LINK NA SUA ABA DE PESQUISAS e aproveite as informações!
E não esqueça de participar desse Blog clicando no campo lá no final da página em "Participe deste Site"-

Vídeo 1 - 
     https://www.youtube.com/watch?v=BxnrG2ubTDw
       
Vídeo 2 - 
https://www.youtube.com/watch?v=D9XPbZiSnUQ   

Governo do Estado divulga promoções de servidores da Brigada Militar e Polícia Civil




Estão publicados no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (24) os atos de promoção da Brigada Militar (BM) e da Polícia Civil (PC). A ação engloba servidores de nível médio e superior de ambas as instituições e beneficia 2.186 policiais gaúchos. Na BM, foram promovidos 175 oficiais e 881 servidores de nível médio. Na Polícia Civil, foram promovidos 46 delegados e 1084 agentes.

O secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini, saudou a iniciativa do governador José Ivo Sartori e reafirmou o compromisso com as categorias. “Mesmo diante de todas as dificuldades financeiras, o governo estadual vem realizando todos os esforços necessários no sentido de valorizar os servidores da Segurança Pública, honrando com o calendário de reposições previsto em lei. A publicação do quadro de promoções é mais uma demonstração inequívoca do reconhecimento para com as nossas polícias", afirma.

O secretário frisa ainda que, juntamente ao pacote de medidas que será apresentado pelo governo do estado para o setor, começa a se desenhar um quadro de melhores condições de trabalho para a Segurança Pública. "Teremos servidores mais motivados e uma estrutura melhor para desenvolver essa atividade, essencial para a sociedade gaúcha".

Acesse o DOE e confere o quadro de promoções completo. As informações se encontram publicadas a partir da página 10.
Texto: Claiton Silva/SSP