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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Cédulas Manchadas: produto de roubo
Compartilhado do Blog do HAM
Você alguma vez teve em suas mãos cédulas de real velhas, estragadas, remendadas, rabiscadas de caneta (com número de telefones ou palavrões) ou até mesmo pintadas? Eu já, inclusive pintada. Percebi essa semana, ao assistir a uma reportagem sobre esse crime que é a nova onda do momento, depois da saidinha bancária: explosão de caixas eletrônicos.
Grande quantidades de dinheiro fácil (em torno de 60 mil reais) estão geralmente disponíveis não somente dentro de agências bancárias. Cerca de 40 mil caixas eletrônicos estão localizados também em pontos comerciais como postos de gasolina, supermercados e mercadinhos, farmácias, faculdades e shopping centers etc. Hole em dia, é difícil não encontrar um caixa 24 horas na esquina mais próxima.
Mas, o produto do roubo aos caixas rápidos é marcado. Se você tem uma nota de real manchada de rosa nas bordas, esse dinheiro foi produto de roubo. O QUE FAZER NESSES CASOS? Em minha opinião, podemos pensar em duas regras básicas:
REGRA #1 - Não aceite a nota, embora diga-se por aí que a nota continue valendo de conforme o Banco Central (contraditório isso, não?).
REGRA #2 - Caso você tenha percebido que recebeu uma nota manchada, você deve ir a uma agência bancária para efetuar a troca, onde terá que se identificar e deixar a nota para ser analisada e posteriormente ressarcida. Porém, isso pode ser um processo demorado. Por isso, lembre-se da REGRA #1.
Grande quantidades de dinheiro fácil (em torno de 60 mil reais) estão geralmente disponíveis não somente dentro de agências bancárias. Cerca de 40 mil caixas eletrônicos estão localizados também em pontos comerciais como postos de gasolina, supermercados e mercadinhos, farmácias, faculdades e shopping centers etc. Hole em dia, é difícil não encontrar um caixa 24 horas na esquina mais próxima.
Mas, o produto do roubo aos caixas rápidos é marcado. Se você tem uma nota de real manchada de rosa nas bordas, esse dinheiro foi produto de roubo. O QUE FAZER NESSES CASOS? Em minha opinião, podemos pensar em duas regras básicas:
REGRA #1 - Não aceite a nota, embora diga-se por aí que a nota continue valendo de conforme o Banco Central (contraditório isso, não?).
REGRA #2 - Caso você tenha percebido que recebeu uma nota manchada, você deve ir a uma agência bancária para efetuar a troca, onde terá que se identificar e deixar a nota para ser analisada e posteriormente ressarcida. Porém, isso pode ser um processo demorado. Por isso, lembre-se da REGRA #1.
Governo estuda mudar o rendimento da poupança
Diante da perspectiva de continuidade na queda dos juros (taxa Selic), a equipe econômica do governo quer retomar a discussão sobre as mudanças no cálculo de rendimento da poupança já no início do ano que vem.
Como a poupança garante um rendimento mínimo de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial aos investidores e sobre ela não há desconto do Imposto de Renda, a queda nos juros faz com que a poupança fique mais atrativa do que as outras aplicações, como fundos de rendimento e títulos públicos do governo, que têm rendimento de acordo com a taxa Selic.A estimativa de parte da equipe econômica é a de que esse problema se tornará mais evidente quando a Selic, taxa referência para a economia, estiver entre 8% e 9% ao ano. Hoje, os juros estão em 11,5% ao ano.
O tema, no entanto, precisa de aval da presidente Dilma Rousseff. Por isso, segundo integrantes do governo, ainda não há uma proposta fechada.
A principal proposta é a de definir que a poupança seja remunerada com base num percentual da Selic, mais a variação da TR.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) negou a jornalistas que o governo pretenda mudar a forma de cálculo da caderneta. "Essas notícias são equivocadas", afirmou.
Para que o rendimento da poupança seja alterado é preciso que o governo envie um projeto, que deverá ser avaliado pelo Congresso.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Lei que dá acesso a informações públicas:
Publicado em 20/11/2011
Setores do governo temem que medida revele intimidade de empresas como a Petrobras
Setores do governo temem que medida revele intimidade de empresas como a Petrobras
de Acesso à Informação, sancionada na sexta-feira (18/11/2011) pela presidente Dilma Rousseff, deve abrir uma corrida do setor privado e da comunidade acadêmica por informações e documentos da esfera pública.
Setores do governo, no entanto, temem que a divulgação de dados classificados como "de interesse público" exponha a intimidade de empresas como Correios, Petrobras e Banco do Brasil, que também se subordinam à nova legislação.
O texto atinge não só órgãos da administração direta do Executivo, Legislativo e Judiciário, mas também "as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e municípios".
No México, por exemplo, 26,2% dos pedidos de acesso à informação são feitos por empresas, segundo dados do Ifai (Instituto Federal de Acesso à Informação e Proteção de Dados), órgão independente que zela pelo cumprimento da legislação. A comunidade acadêmica é responsável por 45,3% das solicitações. O próprio governo (16,7%) e os meios de comunicação (11,8%) também se beneficiaram com a iniciativa.
Segundo o ministro-chefe da CGU (Controladoria-Geral da União), Jorge Hage, os interesses de um acionista do Banco do Brasil ou da Petrobras estão preservados - e permanecem protegidos o sigilo bancário e fiscal das pessoas.
Setores do governo, no entanto, temem que a divulgação de dados classificados como "de interesse público" exponha a intimidade de empresas como Correios, Petrobras e Banco do Brasil, que também se subordinam à nova legislação.
O texto atinge não só órgãos da administração direta do Executivo, Legislativo e Judiciário, mas também "as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e municípios".
No México, por exemplo, 26,2% dos pedidos de acesso à informação são feitos por empresas, segundo dados do Ifai (Instituto Federal de Acesso à Informação e Proteção de Dados), órgão independente que zela pelo cumprimento da legislação. A comunidade acadêmica é responsável por 45,3% das solicitações. O próprio governo (16,7%) e os meios de comunicação (11,8%) também se beneficiaram com a iniciativa.
Segundo o ministro-chefe da CGU (Controladoria-Geral da União), Jorge Hage, os interesses de um acionista do Banco do Brasil ou da Petrobras estão preservados - e permanecem protegidos o sigilo bancário e fiscal das pessoas.
- Por outro lado, espera-se a disponibilização de procedimentos licitatórios, contratos celebrados, registro das competências organizacionais, dados gerais de programas, ações e projetos, patrocínios, ou seja, qualquer informação que não tiver restrição de acesso respaldada por lei deverá ser considerada acessível.
A lei tem prazo de 180 dias para entrar em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União, que deve ocorrer nesta segunda-feira (21).
Com a mudança, mesmo os arquivos considerados ultrassecretos terão de ser abertos. Neste caso, o prazo máximo para que fiquem sob sigilo é de 50 anos.
A lei tem prazo de 180 dias para entrar em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União, que deve ocorrer nesta segunda-feira (21).
Com a mudança, mesmo os arquivos considerados ultrassecretos terão de ser abertos. Neste caso, o prazo máximo para que fiquem sob sigilo é de 50 anos.
Brasil é o 73º em ranking que mede percepção da corrupção
30/11/2011 - 22h01
Após três anos de ascensão contínua, o Brasil caiu no ranking da Transparência Internacional que mede a percepção de corrupção em 183 países.
No ano passado, o Brasil ocupava a 69ª posição. Aparece agora em 73º lugar, atrás de Gana, Namíbia, Botsuana e Ruanda, por exemplo, para citar apenas os africanos.
Na América do Sul, está muito atrás do Chile, que ocupa a 22ª posição, e do Uruguai (25º).
A mudança de posição no ranking, porém, não representa um aumento da percepção de corrupção no país. A nota atribuída ao Brasil ficou praticamente estável, era de 3,7 em 2010 e está agora em 3,8, numa escala que vai de 0 (muito corrupto) a 10 (nada corrupto).
O que aconteceu é que entraram novos países no ranking, como Santa Lúcia, Bahamas e São Vicente e Granadinas, que aparecem na frente do Brasil.
Cuba, que empatara com o Brasil em 2010, melhorou e está agora na 61ª posição.
O ranking é liderado pela Nova Zelândia, seguida de Dinamarca e Finlândia. No fim da lista estão empatados Somália e Coreia do Norte, que aparece pela primeira vez no estudo.
A Venezuela é o pior país na América do Sul (172º).
Para a Transparência Internacional, órgão que tem sede em Berlim, a situação do mundo é muito preocupante. Dos 183 países analisados, 134 foram reprovados --receberam notas abaixo de 5, o que significa que têm sérios problemas de corrupção.
O ranking é composto com base em documentos e programas de combate à corrupção e também entrevistas.
Em cada país, são ouvidos empresários locais e estrangeiros e analistas. Eles são questionados se pagaram ou se foi exigido deles que pagassem propina a agentes públicos.
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