sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Novo Centro de Detentos da zona leste deve encerrar atividades do "Trovão Azul"

Com capacidade para abrigar até 84 detentos de uma só vez o Centro de Triagem já está funcionando.

Apresentado como uma solução provisória para abrigar detentos que estavam em celas de DPs.
agora o Trovão Azul deve ser aposentado em definitivo, devido a inspeção judicial que detectou impossibilidade de continuidade.

As obras finais do novo centro de triagem para detentos não ficarem presos em celas de delegacias estão aceleradas para serem concluídas.

O Secretário Cezar Schirmer foi conferir de perto as obras finais do Centro de triagem para detentos.

centro de triagem para presos provisórios, em Porto Alegre, começou a operar na última segunda-feira (20) com duas celas e capacidade para dez detentos. Duas pessoas já foram transferidas para o prédio, que foi inaugurado pelo secretário da Segurança, Cezar Schirmer, no final da tarde.
A visita guiada das autoridades durou cerca de 20 minutos, mas a imprensa não teve acesso às dependências do prédio. Apesar de ter sido inaugurado, o centro ainda passa por obras de acabamento nas demais celas. A previsão de conclusão é para depois do Carnaval.
O secretário da Segurança afirmou que agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) serão deslocados do interior para reforçar a segurança no local. “Para o funcionamento pleno serão entorno de 30 (agentes). Agora, temos o número necessário para o que está funcionando”, disse.
Schirmer, fazendo referência à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em reconhecer que o Estado deve indenizar presos em situação degradante, diz que o governo não tem condições de construir “um hotel cinco estrelas” para os detentos.
“Não adianta achar que temos condições de fazer um hotel cinco estrelas para os presos (...) Isso aqui é um centro de triagem, é melhor que o Presídio Central, é melhor do que a maioria das prisões e é melhor do que as delegacias”, afirmou.
Quando concluído, o prédio deve abrigar 84 detentos, divididos em grupos de 14 pessoas por cela. As outras três unidades prometidas pelo governo ainda não têm previsão para serem concluídas.

A construção do CT se deu através de um acordo firmado entre a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e o Exército Brasileiro. Os militares fornecem a mão de obra especializada, mobilizando profissionais oriundos de diversas unidades. “A parceria com o Exército nos permitiu erguer esta estrutura a um custo de aproximadamente R$ 270 mil. Um investimento de pouco mais de R$ 3,2 mil por vaga, muito abaixo do valor habitual”, destacou o secretário da Segurança Pública, Cezar Schirmer.

Em torno de 20 homens ainda trabalham no local, concluindo as tarefas que ainda restam para o encerramento da obra. De acordo com Alexandre Micol, superintendente-substituto da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), a ocupação ocorrerá de forma parcial em virtude do tempo necessário para a secagem das camas de concreto. “Optamos por este método construtivo para garantir mais qualidade à estrutura”.

O CT está localizado num terreno de propriedade da Susepe, em área que antigamente abrigava apenadas do regime semiaberto. Possui 230 metros quadrados de área construída, dividida em dois blocos, que comportam três alojamentos cada. Cada alojamento terá 2,5 metros de altura, com teto e portas gradeados. A unidade terá capacidade para 84 detentos. Sua administração operação será feita pela Susepe. O efetivo total estimado pelo órgão é de 40 servidores.






quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Polícia descobre túnel para 'possível maior fuga de presídio' do RS

Obra começou em casa e ia em direção à Cadeia Pública de Porto Alegre.


Policiais conseguiram prender suspeitos no local nesta quarta-feira (22-02-17).





A Polícia Civil descobriu um túnel construído a partir de uma casa, em direção à Cadeia Pública de Porto Alegre, novo nome do Presídio Central. Na manhã desta quarta-feira (22), policiais entraram no local e prenderam sete homens e uma mulher. A estimativa do delegado Mário Souza é de que poderiam fugir pelo acesso entre 200 a 1 mil detentos. Na avaliação da polícia gaúcha, esse é o maior plano de fuga da história do Rio Grande do Sul.

"O Denarc [Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico], conseguiu hoje frustrar, com certeza, a maior fuga que seria realizada no Rio Grande do Sul, e os criminosos perigosos não vão mais conseguir fugir do Presídio Central. A quadrilha está presa", destaca o delegado Mário Souza.

Uma perícia será realizada no local, mas os delegados que participaram da operação apontam que já haviam sido cavados entre 50 e 55 metros até o presídio.
"Nos chamou a atenção a estrutura, iluminação completa do início ao fim do túnel. Nós estimamos ter ultrapassado 50 metros em direção ao presídio. E chama a atenção a estrutura montada, com ventiladores, recolhimento de areia...", completa o delegado Rafael Pereira.
Quando os policiais entraram na casa, localizaram quatro pessoas mexendo na areia, e outras quatro dentro do túnel, trabalhando na obra.
Faltaria em torno de 30 metros para que o túnel chegasse à Cadeia Pública, estima a polícia.
A Polícia Civil iniciou a investigação em sigilo. Foram realizados monitoramentos diários nas imediações, e os policiais envolvidos no trabalho suspeitaram da movimentação em uma casa perto da Cadeia Pública. Continuaram acompanhando o local, até que decidiram entrar, na manhã desta quarta.
Os indícios levam a polícia a acreditar que os presos realizariam a fuga durante o carnaval, aproveitando o feriado prolongado.
A construção permitiria a fuga de uma facção, que fica em uma das galerias da Cadeia Pública. Conforme a polícia, se membros de outras facções quisessem fugir pelo túnel, deveriam pagar uma certa quantia.
"A investigação está iniciando, tem vários fatores a serem trabalhados. Essa facção criminosa merece uma investigação bem detalhada, e o Denarc vai realizar isso agora", destaca o chefe de Polícia, delegado Emerson Wendt.
A Cadeia Pública de Porto Alegre é um dos cinco presídios gaúchos que estão em péssimas condições, segundo relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que analisa cadeias em todo o Brasil. São 4.552 presos em um lugar feito para abrigar 1.905, conforme a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).
Delegados entraram na casa após monitorar local suspeito (Foto: Rodrigo Ziebell/SSP/Divulgação)

Secretário Cezar Schirmer afirmou que o Estado não tem condições de fazer um "hotel cinco estrelas" para os presos - Centro de triagem para presos provisórios inicia operação



centro de triagem para presos provisórios, em Porto Alegre, começou a operar na última segunda-feira (20) com duas celas e capacidade para dez detentos. Duas pessoas já foram transferidas para o prédio, que foi inaugurado pelo secretário da Segurança, Cezar Schirmer, no final da tarde.
A visita guiada das autoridades durou cerca de 20 minutos, mas a imprensa não teve acesso às dependências do prédio. Apesar de ter sido inaugurado, o centro ainda passa por obras de acabamento nas demais celas. A previsão de conclusão é para depois do Carnaval.
O secretário da Segurança afirmou que agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) serão deslocados do interior para reforçar a segurança no local. “Para o funcionamento pleno serão entorno de 30 (agentes). Agora, temos o número necessário para o que está funcionando”, disse.
Schirmer, fazendo referência à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em reconhecer que o Estado deve indenizar presos em situação degradante, diz que o governo não tem condições de construir “um hotel cinco estrelas” para os detentos.
“Não adianta achar que temos condições de fazer um hotel cinco estrelas para os presos (...) Isso aqui é um centro de triagem, é melhor que o Presídio Central, é melhor do que a maioria das prisões e é melhor do que as delegacias”, afirmou.
Quando concluído, o prédio deve abrigar 84 detentos, divididos em grupos de 14 pessoas por cela. As outras três unidades prometidas pelo governo ainda não têm previsão para serem concluídas.
Fonte: GAÚCHA


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Alzheimer - UFSCar - Univ. Fed. São Carlos cria sensor que detecta o mal de Alzheimer em apenas 30 minutos

Com o diagnóstico precoce, medidas fazem doença demorar para aparecer.
Previsão é que teste, que tem baixo custo, chegue ao mercado em 5 anos.




Um sensor eletroquímico desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ajuda a identificar o mal de Alzheimer ainda no começo. Com o diagnóstico precoce, é possível estimular o paciente a praticar atividades e, assim, fazer com que a doença demore mais para aparecer. A previsão é de que o novo teste chegue ao mercado daqui pelo menos 5  anos.
Sensor da UFSCar detecta o Alzheimer em apenas 30 minutos (Foto: Reginaldo dos Santos/ EPTV)Adesivo identifica quantidade de proteínas no
sangue (Foto: Reginaldo dos Santos/ EPTV)
O exame é como se fosse um hemograma de rotina, mas a diferença está no tipo de teste. No laboratório, os cientistas isolam uma proteína chamada Adam10, que todos têm no sangue. Alterações nela podem indicar a presença do Alzheimer.
Diagnóstico em 30 minutos
Para isso, o grupo criou o sensor eletroquímico com anticorpos. O adesivo identifica a quantidade das proteínas na corrente sanguínea. Um programa de computador lê os dados e, em 30 minutos, mostra se o paciente tem a doença. “Quanto mais alteração na proteína, maior o avanço da doença. Essa foi a relação direta que a gente encontrou nesses resultados”, disse a professora de gerontologia da UFSCar Márcia Cominetti.
Quanto mais alteração na proteína, maior o avanço da doença. Essa foi a relação direta que a gente encontrou nesses resultados"
Márcia Cominetti, professora de gerontologia
A doença
O Alzheimer é degenerativo e não tem cura. Ele provoca a morte das células do sistema nervoso - os neurônios. Um dos sintomas é a perda progressiva da memória. Em todo o país R$ 1,2 milhão de pessoas têm a doença, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer.
Um dos desafios está no diagnóstico, hoje feito com base nos sintomas informados pelo paciente e pela família, mas nem sempre é possível ter certeza. Exames de imagem - como a ressonância magnética - complementam o resultado, mas geralmente só identificam o problema quando o cérebro apresenta lesões.

Plano de Segurança começa em Porto Alegre sem reforço da Força Nacional

Expectativa era que mais 129 policiais viessem ao Rio Grande do Sul.
Conforme o Ministério da Justiça, contingente está focado no ES e RJ.


O Plano de Segurança Nacional teve início oficialmente em Porto Alegre nesta quarta-feira (15), entretanto, sem reforço de mais agentes da Força Nacional. A expectativa era que mais 129 policiais viajassem para a capital gaúcha. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o novo contingente só deve ir para o Rio Grande do Sul após as situações no Espírito Santo e no Rio de Janeiro serem resolvidas.

Conforme a SSP, a situação nos dois estados demandou "uma atenção em caráter emergencial" do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A prorrogação da vinda de novos agentes foi informada na terça-feira (15) pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Celso Perioli ao titular da SSP, Cezar Schirmer.
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Sartori anuncia pacote de medidas contra crise no RS (Foto: Reprodução/RBS TV)Sartori salienta que "foco" da Força Nacional
é o Espírito Santo (Foto: Reprodução/RBS TV)
Em Brasília, o governador José Ivo Sartori salientou nesta quarta que o "foco" da Força Nacional é o Espírito Santo. "Tenho certeza de que em pouco tempo teremos a presença da Força Nacional de Segurança", observou em Brasília o governador José Ivo Sartori. O chefe do Executivo salientou que está sendo feito um trabalho conjunto para "diminuir a sensação de insegurança" no estado.

Já o Ministério da Justiça informou, por nota, que o envio do novo contingente foi adiado "em razão dos fatos graves ocorridos no Espírito Santo e no Rio de Janeiro", o que exigiu o envio de reforços para os dois estados.

"Apesar disso, já há, porém, equipes da Força Nacional atuando em Porto Alegre em apoio à Polícia Civil na investigação de homicídios, e para reforçar o policiamento ostensivo, em apoio à Brigada Militar. Assim que possível, serão enviadas mais equipes", complementou o Ministério da Justiça em nota.

Força chegou em agosto de 2016
Em agosto do ano passado, 120 agentes da Força Nacional chegaram a Porto Alegre após um latrocínio de uma mulher, que resultou na saída do ex-secretário da segurança, Wantuir Jacini

Entretanto, em janeiro deste ano o efetivo se reduziu para 71 agentes. Na época, o então chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), tenente-coronel Mario Ikeda, afirmou que a diminuição do efetivo ocorreu gradativamente e geralmente se deve a dois motivos: a pedido dos soldados, por questões pessoais, ou quando o estado de origem dos agentes solicitam o retorno deles.
Plano de Segurança prevê mais ações
Além de mais agentes da Força Nacional, o Plano da Segurança prevê outras ações para o Rio Grande do Sul. Entre eles, está a liberação de recursos para a construção de um presídio federal, como foi anunciado pelo presidente Michel Temer.
Na próxima semana, segundo o órgão, deve iniciar o trabalho de integração de informações dos dados dos organismos de segurança federais e estaduais. Por isso, quatro servidores da Secretaria Nacional de Segurança Pública farão reuniões periódicas com os responsáveis pelos dados no governo do Rio Grande do Sul, para acompanhar e coordenar o trabalho.

Ainda segundo o Ministério da Justiça, também serão enviados peritos e policiais para a formação de uma força-tarefa de 90 especialistas para a investigação de homicídios, femicídios e casos de violência contra a mulher.
Também devem ir ao estado a Força de Intervenção Penitenciária, formada por agentes penitenciários, que está atuando em Natal; e a Força-tarefa da Defensoria Pública, que está no Amazonas, fazendo a verificação da situação dos presos para determinar casos em que possa haver progressão das penas.
Entre os pontos principais do plano estão recursos para melhorias no sistema penitenciário, com previsão de construção de duas novas prisões, uma delas de segurança máxima.

Ainda dentro do planejamento para o sistema carcerário, entram aquisições de bloqueadores de celulares em 12 unidades, de 23 scanners corporais, 433 tornozeleiras eletrônicas, 14 veículos-cela, além de equipamentos, armamentos e munições.
Recursos previstos:
- Nova unidade prisional: R$ 32 milhões
- Aparelhamento e modernização penitenciária: R$ 12.840 milhões
- Presídio de segurança máxima: R$ 40 milhões
- Bloqueadores de celulares: R$ 6,08 milhões
- Scanners corporais: R$ 2,9 milhões
- Tornozeleiras eletrônicas: R$ 3,2 milhões
- Veículos-cela: R$ 2,5 milhões
- Equipamentos, armamentos e munições: R$ 2,1 milhões

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Canoas, lutando pela segurança de seus cidadãos, realiza 3 operações integradas em uma semana!



Na última quinta-feira, 9, aconteceu nos bairros Niterói e Rio Branco mais uma edição da operação integrada de segurança em Canoas. Brigada Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal uniram forças, realizando barreiras e abordagens com apoio aéreo, em lugares estratégicos, visando coibir os índices de homicídios da cidade e o tráfico de drogas. Três pessoas foram presas e um foragido foi recapturado. Além disso, uma espingarda calibre 12 sem numeração e com cano serrado, três munições intactas e 560 pedras de crack foram apreendidas.
Essa é a terceira operação somente nesta semana em Canoas: as outras duas foram realizadas nos bairros Mathias Velho e Guajuviras, segunda e terça-feira passadas, respectivamente. A operação é uma resposta aos 22 homicídios registrados no município em janeiro. A operação integrada contou com um efetivo de mais de 100 homens e mulheres, mais de 25 viaturas das forças policiais e dois helicópteros (um da Brigada Militar e outro da Polícia Civil).
Participaram da operação: Cezar Schirmer, secretário de Segurança do Estado; Emerson Wendt, chefe de Polícia do Estado; coronel Everton Oltramari, chefe da Casa Militar; Ronaldo Santini, presidente da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa; Rogério Araújo, que responde pelo comando do 15ºBPM; Luiz Carlos Busato, prefeito de Canoas; e Ranolfo Vieira Jr, secretário de Segurança de Canoas.


O prefeito Luiz Carlos Busato agradeceu pelo trabalho e empenho da Brigada Militar, da Guarda Municipal e da Polícia Civil que uniram forças mais uma vez para trazer mais segurança para a população de Canoas. Já secretário Cezar Schirmer ficou satisfeito com a operação. "O que estamos fazendo aqui em Canoas é o exemplo do que queremos fazer sempre e cada vez mais em todo Estado, integrando todos os agentes de segurança pública".
Conforme o major Rogério Araújo, as operações integradas e todas as ações que a Brigada Militar têm desenvolvido estão trazendo um sentimento maior de segurança para os canoenses. "A população quer ver a polícia na rua com atitudes proativas para a segurança de todos", diz. Já o chefe de Polícia do Estado, Emerson Wendt, se mostrou preocupado com alto índices de homicídios registrados em janeiro em Canoas, total de 22 registros. "Estamos trabalhando juntos para diminuir esses números de criminalidade, principalmente os homicídios".
Para o coronel Everton Oltramari, a situação da segurança é complicada em todo país e a operação integrada é um exemplo. "Nós temos que unir os esforços para vencer essa guerra e trazer a paz e tranquilidade para nossa sociedade". Conforme o deputado Ronaldo Santini, é preciso unir forças contra a insegurança. "A Comissão foi criada num momento oportuno, pois estamos diante de uma crise nunca antes vista na área da segurança. É um momento onde devemos unir forças entre todos os poderes como está acontecendo hoje aqui em Canoas", destaca o parlamentar.
Além da ação integrada da Brigada Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, a Guarda de Trânsito realizou mais uma blitz Balada Segura na avenida Guilherme Schell.





Governo do RS entrega 29 viaturas ao IGP e prioriza agendas de Segurança



Governo do Estado destina os novos veículos entregues para serem utilizados no atendimento de crimes em locais de difícil acesso
Autor: Rodrigo Ziebell/SSP