quarta-feira, 27 de maio de 2015

Polícia suíça prende Marin e outros dirigentes da Fifa em Zurique


Policiais invadiram hotel cinco estrelas de Zurique e detiveram nove dirigentes da entidade. O ex-presidente da CBF José Maria Marin é um dos detidos


A polícia da Suíça prendeu nesta quarta-feira nove dirigentes da Fifa a pedido da justiça dos EUA sob a acusação de corrupção e diversos outros crimes. Os suspeitos foram detidos num hotel em Zurique e poderão ser extraditados para os Estados Unidos. O departamento de justiça americano confirmou que o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, foi um dos detidos. O Departamento Federal de Justiça suíço informou que está questionando os dirigentes sobre a votação para escolha das sedes das Copas de 2018 e 2022. 
Delegados de quase todas federações de futebol estão em Zurique para o congresso da Fifa marcado para esta sexta-feira - no qual Joseph Blatter tentaria buscar  seu quinto mandato como presidente da entidade. O porta-voz da Fifa, Walter de Gregorio, disse que Blatter não está entre os acusados. 
- Ele não está envolvido de modo algum - disse.
Segundo o jornal, as acusações baseadas numa investigação do FBI que começou em 2011 apontam corrupção generalizada na Fifa nas últimas duas décadas - envolvendo a disputa pelo direito de sediar as Copas da Rússia (2018) e Catar (2022) - além de contratos de marketing e televisionamento. O rival de Blatter na eleição, o príncipe jordaniano Ali Bin Al Hussein, comentou para a emissora inglesa BBC:
- Hoje é um dia triste para o futebol. É uma história em andamento - cujos detalhes ainda estão aparecendo. 
Os outros dirigentes detidos na Suíça, além de Marin, foram Jeffrey Webb (Ilhas Cayman), vice-presidente da comissão executiva e presidente da Concacaf; Eugenio Figueredo (Uruguai), que também integra o comitê da vice-presidência executiva e até recentemente era presidente da Conmebol; Jack Warner (Trinidad e Tobago), ex-vice-presidente da Fifa e ex-presidente da Concacaf, acusado anteriormente de inúmeras violações éticas; Julio Rocha (Nicarágua), presidente da Federação Nicaraguense; Costas Takkas, braço-direito do presidente da Concacaf; Rafael Esquivel, presidente da federação da Venezuela e membro do comitê-executivo da Conmebol; Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol; e Eduardo Li, presidente da Federação da Costa Rica.
A lei dos Estados Unidos dá a autoridade ao Departamento de Justiça para abrir casos contra estrangeiros que vivem no exterior. De acordo com "The New York Times", os promotores americanos têm usado esse expediente em relação a casos de terrorismo internacional. Para validar essa participação, os EUA precisam apenas da menor ligação dos suspeitos com o país como um provedor de serviços de internet ou banco americano.
A Justiça Suíça divulgou nota oficial informando que seis acusados foram presos e aguardarão processo de extradição para os EUA. Segundo a nota, as autoridades americanas acusam os suspeitos de receberem milhões de dólares em subornos. As escolhas de Rússia e Catar como sedes para as duas próximas Copas (2018 e 2022) podem ser o tema central das investigações. O Departamento de Justiça americano informou que as investigações incluem até o contrato da CBF com uma "grande marca americana" - supostamente a Nike.
Joseph Blatter não está entre os acusados, porém seu nome figura na lista de investigados pela polícia. Segundo informações da TV americana "CNN", o FBI já vinha atuando sobre o caso há cerca de três anos.
A operação surpresa foi realizada por policiais à paisana, que se dirigiram ao balcão de registros do Hotel Baur au Lac e, já de posse das chaves, subiram aos quartos dos suspeitos, efetuando as prisões. Todos os acusados responderão, entre outras, por fraude eletrônica, extorsão e lavagem de dinheiro.
O objetivo do dirigente era deixar encaminhado, na sexta-feira, o acerto para o seu quinto mandato à frente da entidade maior do futebol mundial.


Ainda na manhã desta quarta-feira, a Fifa informou que irá realizar uma conferência de imprensa às 11h (6h no horário de Brasília) em sua sede de Zurique.

Decisão de Sérgio Moro relaciona lavagem de dinheiro com apartamento avaliado em R$ 7,5 milhões no Rio




O juiz federal Sérgio Moro condenou Nestor Cerveró nesta terça-feira a cinco anos de prisão, inicialmente em regime fechado, pelo crime de lavagem de dinheiro. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras também é réu em outra ação penal e essa foi sua primeira condenação.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cerveró adquiriu um apartamento valiado em R$ 7,5 milhões, no Rio de Janeiro, por meio da empresa Jolmey do Brasil, criada para ocultar o dinheiro recebido pelo ex-diretor. Ele enviou o dinheiro para contas no exterior através de empresas offshore da Suíça e Uruguai.
Costa e Cerveró entram em contradição na CPMI sobre corrupção na Petrobras
De acordo com Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, a venda do imóvel irá ressarcir a empresa. "Após a alienação, o produto da venda será revertido à vítima dos crimes antecedentes, a Petrobras", diz um trecho do despacho do juiz.
“Note-se que a empresa Jolmey do Brasil não realizou outro investimento imobiliário no Brasil ou desempenhou qualquer outra atividade econômica lícita, sendo que todo o dinheiro que circulou em sua conta-corrente era oriundo dos ‘aluguéis’ pagos por Cerveró”, alega do MPF.
Cerveró foi preso em em janeiro quando desembarcava no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Galeão, no Rio. Ele permaneceu, desde então, na carceragem da superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

MPF cria grupo para investigar políticos.

MP cria grupo para investigar políticos

Rodrigo Janot reforça estrutura para apurar denúncias de participação de parlamentares em desvios na Petrobras.

Brasília -  O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criou um grupo especial com oito promotores para investigar as denúncias da Operação Lava Jato que envolvem políticos suspeitos de participar do esquema de corrupção montado na Petrobras e em grandes empreiteiras e que serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para isso, ele assinou na segunda-feira portaria estabelecendo prazo de seis meses para o trabalho e nomeando o procurador-regional da República Douglas Fischer, que tem experiência em investigações de casos de corrupção, como coordenador.

Douglas Fischer já trabalha como auxiliar direto de Janot, em seu gabinete. Outro colaborador próximo do procurador-geral e com experiência em apurar desvio de dinheiro público incluído no grupo é o procurador Vladimir Aras.

Também membros da procuradoria-geral, integram o grupo os promotores Andrey Borges, Bruno Calabrich, Fabio Magrinelli e Rodrigo Telles. A equipe será completada pelos procuradores do Ministério Público do Distrito Federal Sergio Cabral Fernandes e Wilton Queiroz de Lima.

Em suas palestras o Procurador salienta que há déficit de servidores para trabalhar nesses casos. 

 
META É AGILIZAR APURAÇÃO
 
O objetivo de Janot é permitir que esse grupo trabalhe em paralelo com a força-tarefa que investiga os acusados cujos processos tramitam na Justiça Federal do Paraná. Assim, o procurador-geral espera dar mais agilidade aos trabalhos e enviar já no mês que vem as primeiros denúncias ao STF. 

Os processos serão separados porque políticos com mandato têm fórum privilegiado e só podem ser julgados pelo Supremo. E, em depoimento, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, beneficiado com a delação premiada, afirmou à Justiça que pelo menos 35 parlamentares estavam no esquema de desvio de recursos.

 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Os presos devem apelar pela delação premiada, seria melhor para desvendar os diversos crimes e responsáveis

A Polícia Federal concluiu no fim da tarde deste domingo (16) a segunda fase do colhimento de depoimentos dos presos na sétima etapa da Operação Lava Jato, segundo a assessoria da corporação. A PF, porém, não divulgou quantos investigados depuseram. Ao todo, 23 pessoas estão presas na Superintendência de Curitiba (PR), sendo 17 em prisão temporária (com prazo de cinco dias) e seis, na preventiva (sem prazo de liberação previsto).

Nesta manhã, parte dos presos foi levada ao Instituto Médico-Legal (IML) da capital paranaense e submetida a exame de corpo de delito. O micro-ônibus e a van que transportaram os suspeitos ao IML foram escoltados por viaturas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da PF. O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e os presidentes das construtoras UTC, Ricardo Pessoa, e OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, são alguns dos presos que foram fazer a perícia neste domingo.
Ao longo deste domingo, diversos advogados estiveram no prédio da superintendência da PF em Curitiba e levaram, assim como neste sábado (15), alimentos, casacos e medicamentos. Eles evitaram fazer declarações à imprensa.
De acordo com a assessoria da Polícia Federal, a expectativa é que os depoimentos sejam colhidos até a próxima terça (18). Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), Juliano Breda – responsável pela defesa de três presos ligados à OAS –, os responsáveis pela defesa receberam cronograma com a ordem dos depoimentos.

sábado, 15 de novembro de 2014

"PRETEOU O OLHO DA GATEADA NOVAMENTE"! Com dinheiro bloqueado nas contas dos empresários executivos das maiores empreiteiras e algumas prisões a PF avança sobre as falcatruas na Petrobras.



Sede da PF 

                                  300 Policiais Federais participaram da operação Lava jato em sua 7ª fase


Em nova fase da  operação Lava Jato que investiga esquemas de lavagem e desvio de recursos públicos, a Polícia Federal realizou ontem, sexta-feira, 14/11/14, buscas contra empreiteiras e cumpriu diversos mandados de prisão ou de busca e apreensão contra executivos e outros investigados.  

A operação realizou mandados de busca e apreensões e prisões de executivos e empresários nas sedes das empresas Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht, UTC, Queiros Galvão, Engevix, Mendes Junior, Galvão Engenharia e Iesa, e segundo informações da PF as empresas envolvidas têm contratos de R$ 59 Bi com a empresa Petrobras. Essas empresas teriam somandos os contratos cerca de 59 bi considerados os anos de 2003 a 2014. 

O ex-diretor de serviços Renato Duque, foi preso no Rio de Janeiro. 

Foram emitidos 27 mandados de prisão preventiva e temporária, dos quais, a maioria já foi cumprido. 

Foram bloqueados 720 milhões dos executivos investigados, até o limite de 20 milhões por pessoa. Não houve bloqueio das contas das empresas para não prejudicar a saúde financeira delas. 

Ao todo 300 policiais participaram da operação que ocorreu em São Paulo, Paraná, Pernanbuco, Rio, Distrito Federal e Minas. Em São Paulo foram cumpridos 27 Mandados de Busca, 17 de Prisão e 9 de condução coercitiva. 

Segundo a PF, os envolvidos responderão  na medida de suas participações, pelos crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e Lavagem de dinheiro.

Para quem preteou o olho da gateada?

As prisões atingem a cúpula das empreiteiras.  Vamos lá então:

Prisões -
Empresários Presos pela PF: 

O presidente e também o diretor-superintendente da área de petróleo e gás da Empreiteira OAS.

O presidente da UTC e o vice da empreiteira Engevix

Outro empresário, diretor-técnico da Engevix, foi preso no aeroporto de Recife quando embarcava para São Paulo.    

A polícia procura ainda a localização do lobista Fernando Soares,  conhecido como Fernando Baiano, Ele é apontaod como ponto de ligação entre políticos e o esquema de corrupção na Petrobras. Seu nome entrou nesta sexta na lista de procurados pela Interpol, e do sistema nacional de procurados e impedidos. 

Mais prisões - 

A seguir, saiba quais são as empreiteiras na mira da PF – e do que são suspeitas.

Odebrecht
O grupo presidido por Marcelo Odebrecht é um dos principais alvos desta etapa da operação. O delator do petrolão diz ter recebido 23 milhões de dólares na Suíça, repassados pela Odebrecht, como pagamento de propina. Uma das sedes do conglomerado foi alvo dos policiais no Rio de Janeiro.

Camargo Corrêa
Foi o primeiro conglomerado atingido pela Operação Lava Jato. A polícia rastreou pagamentos da empreiteira para a Sanko Sider, que depois enviou recursos para uma das empresas de fachada do doleiro. De acordo com as investigações, o dinheiro era pagamento de propina por obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Foram expedidos mandados de prisão contra os executivos Dalton dos Santos Avancini, João Ricardo Auler e Eduardo Hermelino Leite.

Iesa
Otto Garrido Sparenberg, diretor da Iesa, foi um dos presos da Polícia Federal nesta etapa da operação. A companhia fez depósitos às empresas de fachadas controladas por Youssef e aparece como responsável por doações de campanha em tabela apreendida na casa do ex-diretor Paulo Roberto Costa. Em depoimento, ele disse que as doações eram destinadas à campanha do senador Lindbergh Farias (PT) ao Governo do Rio de Janeiro. Também foi expedido mandado contra Valdir Lima Carreiro.

Galvão Engenharia
A companhia fez depósitos às empresas de fachadas controladas por Youssef. Em depoimento, ele disse que as doações eram destinadas à campanha do senador Lindbergh Farias (PT) ao governo do Rio de Janeiro. Erton Fonseca, diretor da Galvão Engenharia, foi um dos presos nesta sexta.

Mendes Júnior
O vice-presidente do grupo, Sérgio Mendes Júnior, foi um dos presos na operação. A empreiteira fechou contratos fictícios com empresas de fachada do doleiro Youssef. Eram, de acordo com as investigações, pagamento de propinas pela obtenção de contratos com a estatal. 

Engevix
O grupo fechou contratos fictícios com empresas de fachada do doleiro Youssef. Eram, de acordo com as investigações, pagamento de propinas pela obtenção de contratos com a estatal. Há mandado de prisão contra o executivo Gerson de Mello Almada. 

Queiroz Galvão
Othon Zanoide Morais, diretor da Queiroz Galvão, foi um dos presos nesta etapa da operação. Executivos da empresa mantinham contato constante com o doleiro Alberto Youssef. Há mandados contra Othon Zanoide de Moraes Filho e Ildefonso Colares Filho. 

UTC
O presidente e sócio da UTC, Ricardo Pessoa, foi um dos presos nesta sexta-feira. Ele mantinha contatos constantes com o doleiro Alberto Youssef, em que delegava ao operador diversas tarefas. Da empreiteira, há mandados também contra Ednaldo Alves da Silva e Walmir Pinheiro Santana.

OAS
Cinco executivos são alvos de mandados de prisão: Mateus Coutinho de Sá Oliveira, Alexandre Portela Barbosa, José Ricardo Breghirolli, Agenor Franklin Martins e José Adelmário Pinheiro Filho. A empresa fez diversos pagamentos a empresas de fachadas do doleiro, destinados ao pagamento de propina, de acordo com a polícia.
A operação teve início ontem por volta de 06h20 quando cerca de 12 policiais federais entraram na sede da empresa Camargo correa em São Paulo.  

Renato Duque, ex-diretor de serviços da Petrobras, foi preso no Rio


                                            PF divulga 7° balanço da operação Lava Jato

Ainda não haviam sido encontrados e estão sendo procurados 

Também são alvos de mandados de prisão José Adelmário Pinheiro Filho, presidente da OAS, Rogerio Araujo, diretor da Odebrecht, Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro Mário Negromonte, responsável pela entrega de dinheiro, e o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano acusado de distribuir  8 milhões de dólares em propina a diretoria internacional da Petrobras, é supostamente apontado como operador de um determinado partido no esquema. "Todos os investigados que não foram localizados já foram registrados no sistema de procurados e estão impedidos de deixar o país", informou o delegado da PF Igor Romario de Paula. Segundo ele, a inclusão desses nomes no alerta vermelho da Interpol está sendo providenciada.

A ordem de prisão de Duque foi decretada a partir de informações prestadas nos depoimentos de Paulo Roberto, do doleiro Alberto Youssef e dos empresários Augusto Mendonça e Júlio Camargo. 

Ainda segundo o ex-diretor da Petrobras, Vaccari Netto negociava diretamente com Renato Duque. O ex-diretor da Petrobras foi preso em seu apartamento, na Barra da Tijuca.  A prisão de Renato Duque é temporária – com duração de cinco dias, em princípio, a exemplo da primeira detenção do também ex-diretor Paulo Roberto Costa, em março passado. 

De acordo com as investigações, Costa e Youssef organizaram um esquema de desvio de recursos da estatal para enriquecimento próprio e para abastecer o bolso de políticos e partidos da base aliada. Isso era feito com a assinatura de contratos fictícios, simulando a prestação de serviços entre empresas de fachada e as empreiteiras envolvidas, sempre com a finalidade de dar aparência legítima ao dinheiro desviado. 

Supõe-se que alguns desses novos passos dados pela PF seja decorrente de depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa que apontou diversas autoridades, entre elas pelo menos três governadores, um ministro, seis senadores, 25 deputados federais e três partidos políticos . É claro que a PF estará pronta para separar o joio do trigo, não há a menor dúvida disso. Faltam agora confirmar os reais beneficiados pelas verbas desviadas. Segundo informações divulgadas na imprensa, eles recebiam 3% de comissão sobre o valor de contratos da petrolífera, de acordo com os depoimentos de Costa prestados no acordo de delação premiada.  


Ainda falta o depoimento de Alberto  Yousef, que foi adiado! 


Os procedimentos realizados pela PF trarão novos desdobramentos no campo políticos, por exemplo, a Presidenta Dilma, disse por diversas vezes que as apurações deveriam seguir de maneira profunda e "doa a quem doer" e isto é exatamente o que está acontecendo.  

Esta falcatrua "é da grossa" como dizemos aqui no sul. Alguns políticos mais radicais e oportunistas irão conjecturar e provocar ilações mas a PF deve realizar uma conclusão muito boa dos fatos que se sobrepõe às notícias de jornalistas entusiastas. Vamos continuar a acompanhar o desenrolar dos fatos. 
              Em nova fased da operação 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O bom filho a casa volta! Ano 1987 - O Primeiro título de Felipão no Grêmio!


Já em 1991, tirou um título do imortal, quando dirigia o Criciúma! 

De volta ao Grêmio ganhou vários títulos possíveis.
Saiu, indo treinar times pelo mundo, e teve seu maior título como campeão do mundo com a Seleção Brasileira. 

Também treinou times milionários como o Chelsea, treinou a seleção de Portugal, voltou à Seleção e, na Copa disputada no Brasil, passou talves seu pior momento na carreira quando em partida contra a Alemanha, perdeu o jogo para os alemães por  7 a 1.


Veio para Porto Alegre, seu time do coração como ele mesmo diz,  não desistiu, e chegou com muita humildade, porém com seu caráter bem conhecido de técnico que exige respeito e passa muita confiaça a seus jogadores. 



Desacreditado, arrancou o Grêmio da 11ª posição no Brasileiro e, agora, vence um Gre-Nal de goleada e ocupa o lugar do Inter no G4.



São histórias como essas que fazem do Felipão ouro para o Grêmio Futebol Clube e diamante para a torcida! 

Presa quadrilha de roubos liderada por suspeito de matar ex-secretário Eliseu Santos


10 de novembro de 2014   deflagrada Operação policial na Manhã Desta segunda-feira (Foto: Cid Martins)


A segunda-feira Polícia deflagrou na Manhã Desta (10) Uma Operação parágrafo desarticular quadrilha  roubava Veículos, Empresas e Residências na Região Metropolitana de Porto Alegre era e that  liderada  Pelo Suspeito de Matar , o em 2010, o ex-secretario da Saúde da Capital, Eliseu Santos . Eliseu Pompeu Gomes , 27 Anos, FOI Preso e solto Varias Vezes Depois do crime e março from of this Ano, apos Roubo a Estabelecimento Comercial não Vale do Sinos com reféns e tiroteio com a Brigada Militar, ELE SEGUE nenhuma prisional Sistema.       
A quadrilha, com 20 integrantes identificados, seguiu agindo e POR ISSO HOJE São cumpridos 32 mandados de Busca e 14 de Prisão los Quatro Cidades: Canoas, Esteio, São Leopoldo e Sapucaia do Sul. Agora comia, 11 PESSOAS were Presas.
O Grupo E investigado HÁ Um Ano Pelo  delegado Thiago Lacerda , da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Canoas, logotipo apos apos Eliseu Gomes Fugir de blitz da Polícia Rodoviária Federal na BR-116.