segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Presença da Brigada Militar nos estádios de futebol pauta audiência pública do Conselhão e Assembleia Legislativa


A presença da Brigada Militar nos estádios de futebol foi pauta de audiência pública promovida pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e a Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, na última segunda–feira (16/09). Sobre o tema ‘A segurança nos estádios de futebol', o encontro reuniu representantes de torcidas organizadas, dirigentes de clubes, parlamentares, conselheiros, especialistas e autoridades da área, na sede do Poder Legislativo. A necessidade de ressarcimento ao Estado por parte dos clubes, em razão dos serviços de segurança prestados, foi o centro do debate.

“Estamos iniciando um processo de discussão sobre o tema com a sociedade. A Brigada Militar presta um serviço público e, se a sociedade entender que nós devamos permanecer nos estádios, iremos permanecer. Mas é importante que essa reflexão seja feita de maneira coletiva, para que a sociedade compreenda também que, quando a Brigada está no interior dos estádios, ela não está no policiamento ostensivo de rua”, afirma o Comandante–geral da Brigada Militar, Coronel Fabio Duarte.

Segundo o secretário de Segurança Pública (SSP), Airton Michels, cerca de 400 mil pessoas ficam sem policiamento ostensivo nos sábados, domingos e segundas, em função das folgas que os profissionais têm por direito, depois de trabalharem nos dias das partidas. “Somos parceiros para trabalhar na diminuição da violência nos jogos, mas precisamos praticar justiça na prestação de serviços. Com indenização ou ressarcimento por parte dos clubes, poderemos compensar esse desequilíbrio”, argumenta o secretário, garantindo que qualquer mudança nesse sentido só será feita a partir de um consenso com a sociedade e os atores envolvidos.

Conselheiros pedem ressarcimento

Delegada de polícia, a conselheira Nadine Anflor defendeu que, se há consenso sobre a presença da Brigada nos estádios, é indispensável que os clubes arquem com o custeio dos serviços. “Não podemos nos esquecer do homem e da mulher que estão lá trabalhando e que têm direitos a serem garantidos, como renumerações e folgas. Se há o entendimento de que a Brigada deva estar nos estádios, que o financiamento desse trabalho seja feito pelos clubes”, destacou.

Para a conselheira Lícia Peres, o financiamento do policiamento dentro dos estádios durante os jogos deve ser feito pelos próprios clubes, já que consistem em eventos privados. “Não é possível colocar a segurança pública em um espaço privado, pois isso desfalca a segurança de toda a sociedade. A vida também acontece fora dos estádios nos dias de jogos”, destacou. Lícia ainda defendeu mais investimentos por parte dos clubes em ações educacionais e de conscientização sobre a violência entre as torcidas.

O conselheiro Mauri Cruz lembrou outras preocupações da rotina da segurança pública, discutidas pela câmara temática de Segurança do Conselhão, e que devem ser tratadas de modo prioritário. “O extermínio da juventude negra, as condições precárias do nosso sistema carcerário e a violência contra a mulher são temas que pautam nossas discussões no Conselhão. Então nos parece um absurdo que o pequeno efetivo da BM seja direcionado aos estádios, um espaço privado, sem nenhum ressarcimento”, ponderou.

Clubes querem permanência da BM

Os dirigentes dos clubes de futebol que participaram da atividade defenderam que a Brigada deve ser mantida nos estádios. Segundo o diretor–jurídico da Federação Gaúcha de Futebol, Luiz Fernando Costa, é imprescindível a presença da BM nos jogos. “O Estatuto do Torcedor indica que a segurança interna e externa nos jogos deve ser prestada pelo Estado. A cobrança dos serviços também é inconstitucional. Mas somos sensíveis às dificuldades orçamentárias do Estado e da segurança pública”, afirmou, sinalizando sobre a possibilidade de doações, apoios ou indenizações por parte dos clubes e da Federação.

Representante do Tribunal de Justiça (TJ–RS), o juiz de Direito Marco Aurélio Xavier disse que é necessário buscar uma integração entre as forças de segurança pública e de segurança privada, o que desoneraria a atuação da BM. “É inconcebível que o Estado não tenha uma contrapartida tributária. Notadamente é algo irrazoável, pois se trata de um serviço público, feito dentro de um evento privado”, alegou. “Penso que a BM é imprescindível nos estádios. Por outro lado, penso que a contribuição dos clubes, em mão de obra e financiamento, é também necessária.”

Participaram também do encontro representantes de torcidas organizadas, como a Guarda Popular do Internacional, Geral do Grêmio, Máfia Xavante do Brasil de Pelotas, assim como o movimento social Frente Nacional dos Torcedores. Em suas manifestações, os torcedores defenderam a desmilitarização e a humanização da Brigada Militar, o fim da truculência policial e do processo de criminalização das torcidas e elitização do futebol.

O secretário–executivo do CDES–RS, Marcelo Danéris, informou que encaminhará uma recomendação ao governador Tarso Genro com as contribuições dos conselheiros e conselheiras.

BM gastou R$ 8 milhões para dar segurança a jogos em 2012

Em 2012, a Brigada Militar gastou R$ 8 milhões com custeio do efetivo empregado em jogos de futebol. Em um jogo com 10 mil torcedores, considerado de pequeno porte, 150 policiais têm de ser deslocados de suas funções para fazer a segurança do evento, dentro e no entorno dos estádios. Em jogos de médio porte (10 a 30 mil pessoas), o contingente de policiais envolvidos é de 250. E em grandes jogos (30 mil pessoas) o número chega a 450 policiais. Os policiais compensam essas horas com folgas, comprometendo o policiamento de rua.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Já 30% maior, preço da erva-mate deve subir ainda mais até o final do ano.

 

Quilo do produto deve passar de R$ 10 para R$ 12, segundo o setor. 
Aumento é causado pela falta de matéria-prima para as indústrias.

Do G1 RS
Um hábito dos gaúchos pode ficar ainda mais caro nos próximos meses. Desde o início do ano, o quilo da erva-mate já subiu 30%. O risco de falta de produto para o chimarrão levou o quilo da folha verde valer tanto quanto o litro do petróleo. E o aumento não deve parar por aí.

O aumento do preço da erva-mate fez muitos produtores investirem na planta. É o caso de Caetano Fortunati, de Machadinho, no Norte do estado. Nos últimos anos, a soja perdeu espaço na propriedade ele e deu lugar a sete hectares plantados com erva-mate.
Até o produtor foi surpreendido pela valorização no valor pago pela arroba com 15 quilos. “Comecei a plantar erva-mate e o pessoal me chamava de louco. Tem que plantar soja, milho. Mas plantei erva-mate e hoje estou contente com a atividade”, comemora Caetano.
O produtor apostou na erva-mate cambona 4. Em Machadinho, a área plantada com a variedade ocupa 170 hectares. As folhas padronizadas e de sabor mais suave também rendem mais produtividade por hectare, além de serem muito valorizadas pela indústria.
Hoje, o produtor recebe R$ 25 reais pela arroba. Há um ano, o valor era de R$ 6. O aumento foi de 400%. A valorização foi tanta que o quilo da folha verde vale tanto quanto o litro do petróleo, cerca de R$ 1,65. 
A explicação para o fenômeno é simples: a área total plantada com a cultura reduziu 10 mil hectares nos últimos 10 anos no Rio Grande do Sul. Enquanto isso, as exportações cresceram: a erva-mate brasileira é exportada para 30 países.
Este ano, a safra da erva-mate está chegando ao fim. Nas indústrias, os estoques estão baixos. A previsão é de que o produto comece a faltar nas prateleiras dos supermercados a partir de outubro.
Nas indústrias, os contratos que eram fechados com a cotação mensal, agora usam o preço semanal. Os pedidos são fechados apenas a curto prazo. O preço para o produtor pode subir mais nas próximas semanas.
“A gente vê aí que provavelmente vai ter indústria que vai fechar por falta de matéria-prima. Já há indústria com bem menos recebimento de erva”, conta o gerente de indústria Altair Ruffato.
De acordo com o Sindicato da Indústria de Mate do Rio Grande do Sul (Sindimate), está é a crise mais grave no setor nos últimos 20 anos. Para tentar frear o aumento, as indústrias pedem a redução da carga tributária.
“(Queremos que) o governo nos auxilie colocando alíquota zero do PIS e do Cofins para erva-mate como tem em inúmeros produtos. E pedimos aos supermercados e atacadistas que também entendem a situação e reduzam um pouco os lucros”, diz o vice-presidente do Sindimate, Moacir João Tormem.
Novos ervais começaram a ser plantados no estado, mas só devem suprir a necessidade do mercado daqui a cinco anos. No fim das contas, quem paga mais é o consumidor: o quilo que hoje é vendido por R$ 10 reais deve chegar a R$ 12 até o fim do ano.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Atenção: Os dez maiores e mais bem-avaliados planos de saúde do Brasil, atualizadíssimos.


Os dez maiores e mais bem-avaliados planos de saúde do Brasil
Operadoras foram listadas de acordo com número de beneficiários e nota obtida em índice de qualidade elaborado pela ANS, em ranking da EXAME.

No Brasil, atendendo a Comunidade Judaica no mercado de Seguros e Benefícios destaca-se entre outras a Prudence Corretora de Seguros e Consultoria em Benefícios, Constando inclusive no Diretório de Empresas & Serviços de Koshermap Brasil em Prudence Corretora de Seguros - Diretório de Empresas & Serviços em Koshermap Brasil 

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar da ANS por Exame.com


São Paulo - Todos os anos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), um órgão vinculado ao Ministério da Saúde, avalia o desempenho das operadoras de planos saúde que atuam no país. O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) varia de 0 a 1 e é composto por quatro variáveis, que contribuem na composição final da avaliação da qualidade das operadoras. Na pesquisa, são considerados o Índice de Desempenho da Atenção à Saúde, cuja nota contribui para 50% do valor do IDSS; o Índice de Desempenho Econômico-Financeiro, cuja nota tem peso 30%; o Índice de Desempenho de Estrutura de Operação, que corresponde 10% no cálculo; e o Índice de Desempenho da Satisfação dos Beneficiários, que também contribui com 10%.
EXAME.com montou um ranking dos maiores e melhores planos de saúde mais bem-avaliados entre os maiores do país. O ranking só considerou planos de saúde abertos a interessados (os restritos a empresas ou associações de classe ficaram de fora) e excluiu a Unimed Paulistana, que, apesar de ser um dos maiores do Brasil, está sob intervenção da ANS. Confira nas próximas páginas quais são os maiores e mais bem-avaliadas operadoras de planos de saúde:

1º Bradesco Saúde
Parte do grupo Bradesco, a seguradora Bradesco Saúde é especializada em planos corporativos e opera em atendimento médico-hospitalar. De acordo com números da ANS, a operadora conta, atualmente, com 2,523 milhões de beneficiários, a maior base de clientes do país.

A venda de serviços é exclusiva para planos empresariais. Segundo relatório de qualidade da ANS, o IDSS da Bradesco Saúde, no ano de 2009, alcançou entre 0,80 e 1,00, sendo esta a faixa máxima do índice.

2º Amil Assistência Médica Internacional
Fundada no início da década de 1970, no Rio de Janeiro, a Amil conta com filiais também em Brasília, São Paulo, Curitiba e Fortaleza. Seus serviços podem ser de abrangência nacional ou regional e a operadora atua em planos ambulatoriais. A Amil é responsável pelo atendimento de saúde suplementar de 1,349 milhão de pessoas, o que é suficiente para colocá-la como a quarta maior do Brasil. No entanto, se forem somados também os clientes da Medial, empresa adquirida pela Amil em 2009, o grupo assumiria a liderança do ranking.

Em relação à qualidade dos serviços, o IDSS da Amil ficou entre 0,80 e 1,00 no ano passado, a nota máxima concedida pela ANS. A operadora conta com planos de abrangência nacional. No entanto, a comercialização é feita apenas em locais onde a Amil possui sede (Brasília, Fortaleza, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro).

3º Unimed Belo Horizonte - Cooperativa de Trabalho Médico
Junto com a Bradesco Saúde a Amil, a Unimed Belo Horizonte é uma das três operadoras de planos de saúde com mais de 500.000 beneficiários que recebeu a nota máxima da ANS. A cooperativa foi enquadrada na faixa 0,80 a 1,00 do IDSS. Parte da Unimed, a operadora trabalham com planos ambulatoriais, hospitalares e odontológicos.

Os serviços estão disponíveis para contratação apenas para pessoas que vivam em sua área de abrangência. Segundo informações da operadora, 76% de seus 809.000 beneficiários correspondem à planos corporativos.

4º Intermédica Sistema de Saúde
A operadora opera em planos ambulatoriais e hospitalares e oferece serviços tanto para pessoas jurídicas, em planos corporativos, quanto para pessoas físicas. Para os planos corporativos, a contratação dos serviços da operadora podem ser realizados em todo o país. No caso de pessoas físicas, a contratação é restrita à cidade de São Paulo e região metropolitana.

Dados da ANS informam que a Intermédica conta, atualmente, em sua carteira de clientes, com 2,059 milhões de beneficiários. Com relação ao IDSS avaliado pela ANS, a operadora atingiu, em 2009, a faixa de 0,60 a 0,79.

5º Medial Saúde
A Medial opera em planos ambulatoriais, hospitalares e odontológicos, com uma rede credenciada que abrange todo o país. A operadora, comprada pela Amil em 2009, oferece planos individuais para pessoas físicas ou focados em empresas. Pessoas físicas podem contratar os serviços dos planos da Medial desde que residam em Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. No caso das pessoas jurídicas, a aquisição é restrita aos estados da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo a ANS, a Medial atende 1,353 milhão de pessoas em todo o país e o IDSS da operadora, em 2009, ficou registrado na faixa que vai de 0,60 a 0,79.

6ª Sul América Seguro Saúde
Seguradora especializada em saúde, a Sul América opera em planos ambulatoriais, hospitalares e odontológicos. O foco da empresa, atualmente, é a comercialização de planos corporativos, em âmbito nacional. De acordo com informações da seguradora, desde 2004 a empresa não atua mais no segmento de planos individuais.

Números da ANS mostram que a Sul América é a quinta operadora mais popular do Brasil, com o total de 1,049 milhão de beneficiários. No ano passado, foi avaliada com IDSS na faixa de 0,60 a 0,79.

7º Central Nacional Unimed - Cooperativa Central
A cooperativa central da operadora Unimed opera no segmento de planos ambulatoriais e hospitalares e oferece serviços apenas para planos empresariais e a abrangência dos planos é nacional. A operadora é a sétima colocada em termos de número de beneficiários, atende um total de 842.000 pessoas.

No ano passado, o IDSS registrado por esta central da Unimed ficou na faixa de 0,60 a 0,79. Quem possui convênio com a Central Nacional Unimed pode ser atendido por todas as outras Unimeds regionais - são dezenas em todo o Brasil. No entanto, os conveniados das Unimeds regionais não necessariamente são atendidas pela Central Nacional.

8º Amico Saúde
A Dix - Amico Saúde opera em planos ambulatoriais, hospitalares e odontológicos, Comercializa serviços tanto para pessoas físicas quanto jurídicas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. A operadora atende quase 770.000 beneficiários e, em 2009, o IDSS da Dix-Amico foi enquadrado na faixa que vai de 0,60 e 0,79.

9º Unimed RJ - Cooperativa de Trabalho Médico do Rio de Janeiro
Em nono lugar entre as operadoras de saúde mais populares do país está o braço da Unimed que abrange o estado do Rio de Janeiro. Segundo dados da ANS, a operadora atende 693.000 beneficiários e atua em planos corporativos e individuais. A Unimed-RJ informa que cerca de 80% de seus planos são contratados por pessoas jurídicas.

O IDSS deste braço da Unimed, no ano passado, foi avaliado na faixa que vai de 0,60 a 0,79. Segundo o sistema Unimed, a pessoa física interessada em contratar os serviços da operadora deve residir na área de abrangência - no caso, o estado do Rio de Janeiro.

10º Golden Cross
Em décimo lugar está a operadora Golden Cross, cujos serviços são contratados por 615.333 beneficiários, apenas no setor de saúde. A operadora oferece, no entanto, além de planos ambulatoriais e hospitalares, serviços com cobertura odontológica.

A abrangência do serviço pode ser nacional e é possível contratar planos individuais ou familiares. O IDSS da Golden Cross, em 2009, foi avaliado na faixa que vai de 0,60 a 0,79 e é possível contratar os serviços da operadora em qualquer lugar do país.

[ Fonte: adaptado de Exame.com >> http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/saude/noticias/os-dez-maiores-e-mais-bem-avaliados-planos-de-saude , Saude-SE]


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Faça ligações gratuitamente de seu smartphone ou computador com o Viber


screenshot de Viber
O Viber é um aplicativo que permite fazer chamadas gratuitas para outros celulares ou computadores que tenham o programa instalado, além de enviar mensagens, fotos e vídeos. Quando você usa o software, suas chamadas de telefone para qualquer outro usuário são feitas através da internet, e a qualidade do som é melhor do que em uma ligação convencional.
Além disso, você pode ligar para qualquer usuário em qualquer lugar do mundo. Todas as funcionalidades do app são livres de custos e não requerem qualquer compra adicional.
Assim como no Whatsapp, no Viber você também tem como saber quando seus amigos visualizaram suas mensagens. Além disso, é possível criar grupos com até 40 contatos, enviar rabiscos, compartilhar locais, enviar doodles ou pintar sobre fotos para compartilhar com seus amigos, além de deixar as mensagens muito mais divertidas com os adesivos emoticons.

Sem custos

Depois que você e seus amigos instalarem o Viber, você pode usá-lo para falar e escrever quanto quiser. Apenas verifique se todos os seus amigos possuem Viber. Tudo que você precisa é de uma conexão com a internet 3G ou Wi-Fi. Não importa onde você ou seus amigos estejam, seja na mesma rede ou em um país totalmente diferente.
Mesmo que você tenha perdido a sua chamada, porque o seu celular estava desligado ou fora de serviço, Viber irá notificá-lo sobre as chamadas não atendidas, logo que o serviço for restaurado.

Sem registro ou senha

Você sabe o número do telefone do seu amigo, então porque se preocupar com username e senha? Viber usa seu número de telefone como sua "identidade" e permite fazer chamadas gratuitas do telefone para qualquer um dos seus amigos, que tiverem Viber, utilizando seu número de telefone.
Viber destaca automaticamente amigos em sua agenda que tenham o aplicativo. Dessa forma, você sabe para quem pode ligar de graça. Não é necessário adicionar amigos, ao contrário de aplicações como SkypeWindows Live Messenger ou o Fring.
O aplicativo se comporta exatamente como um telefone. Assim como você não precisa adicionar alguém a fim de conversar com ele. Se você souber o número do telefone da pessoa, então você sabe o seu número do Viber e você está pronto para ligar.
Viber roda em Mac OS XWindowsiOSAndroidWindows Phone e BlackBerry. Baixe a versão do Viber correspondente ao sistema do seu smartphone ao lado da página.

Investigação de fraude envolvendo empresas que tratam água pode atingir mais de 60 municípios gaúchos.


Investigação de fraude envolvendo empresas que tratam água pode atingir mais de 60 municípios gaúchos Chefia de Policia Servico de Imprensa/.
Peritos do IGP recolheram amostras de águaFoto: Chefia de Policia Servico de Imprensa / .





Adriana Irion*
A investigação da Polícia Civil de fraude à licitação e de corrupção envolvendo a contratação de empresas para tratar e distribuir água pode atingir mais de 60 prefeituras no Estado. Na operação Água Limpa, desencadeada nesta terça-feira, foram feitas buscas em 13 prefeituras e presos dois empresários. Nos contratos já analisados, a polícia calcula superfaturamento de R$ 5 milhões nos serviços.
A polícia apresentou vídeos que comprovariam que os dois empresários presos teriam pago propina a agente público para garantir benefício em contratação. As principais empresas investigadas são a Cristal Aqua Saneamento e Assessoria Ltda, de Carlos Schroeder, e a Biosul Soluções Ambientais, de Marciano Garibotti, ambas com sede em Lajeado. Schroeder e Garibotti deveriam passar a noite no Presídio de Bento Gonçalves para prestar depoimento nesta quarta-feira.
A partir de levantamento feito pelo Ministério Público de Contas sobre a atuação dessas empresas em outros municípios é que a polícia calcula que a investigação possa atingir mais de 60 cidades, além de se estender para administrações passadas. O estudo teve como base dados do Tribunal de Contas do Estado.
A investigação teve início em Bento Gonçalves em 2012, mas foi em junho que o delegado Álvaro Luiz Pacheco Becker recebeu informações indicando a existência de um esquema criminoso em cidades não atendidas pela Companhia Rio-grandense de Saneamento ou em que a empresa abastece apenas alguns pontos. Integrantes da prefeitura de Monte Belo do Sul procuraram a polícia para denunciar que estavam sofrendo assédio de empresários visando ao direcionamento de licitação.
A partir disso, a polícia, com autorização judicial, passou a monitorar as tratativas e gravou vídeos que comprovariam as propostas e o pagamento de propina. Conforme o delegado Álvaro, o empresário Schroeder teria oferecido R$ 7 mil para não perder o contrato que já mantinha com a prefeitura. Já Garibotti teria ofertado R$ 2 mil para que o edital fosse modificado e o beneficiasse. Nos encontros gravados em vídeo, Schroeder teria entregue R$ 3 mil e Garibotti,
R$ 2 mil, a um secretário de Monte Belo do Sul. Logo depois das gravações, os valores foram apreendidos pela polícia.
Investigado crime contra saúde pública
Também foi apurado que os empresários manteriam um rol de empresas parceiras que colaborariam para fraudar licitação, apresentando falsas propostas durante a concorrência. Um dos investigados, segundo a polícia, chegou a entregar na prefeitura de Monte Belo um CD com o edital e o contrato de prestação de serviços prontos como sugestão para os agentes públicos.
Além dos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e formação de quadrilha, a polícia suspeita de crime contra a saúde pública, já que há indícios de problemas na qualidade da água tratada pelas empresas investigadas. Um exame preliminar feito nesta terça-feira já indicou má qualidade em uma das cidades. Um laudo apreendido na prefeitura de Coronel Pilar também indicou problemas na água. Foram coletadas pelo Instituto-geral de Perícias, nesta terça-feira, para exame, duas amostras de água em cada município sob investigação.
Gosto de cloro na Serra
Em Coronel Pilar, na serra gaúcha, as reclamações quanto à qualidade da água são assunto corrente entre os moradores. No município de 1,7 mil habitantes, apenas 131 famílias são abastecidas pela prefeitura na área central — cerca de 10% do total. A água é retirada de poço artesiano e, depois de tratada por empresa terceirizada, é distribuída pelo Executivo.
— Não dá pra tomar água sem filtro. E, mesmo com o filtro, às vezes dá pra sentir o gosto do cloro bem forte — comenta uma dona de casa, que pediu para não ser identificada.
Conforme o secretário municipal de Administração e Fazenda, Áureo Antônio Salvi, uma nova empresa foi contratada, após publicação de um pregão em que houve seis interessadas, na metade deste ano, para fazer o tratamento da água.
— A empresa faz tudo dentro da lei, inclusive quanto ao cloro. Mas nossa cidade fica em uma região de pedra basalto, então o ferro sempre vai existir — esclarece Salvi.
Um laudo apreendido na terça-feira na prefeitura indicou presença de coliformes fecais e fluoretos em análise feita em maio. Sobre esse documento, o secretário de Administração Áureo Antônio Salvi afirma que não tem condições de dar esclarecimentos completos, pois não conhece a investigação. Ele afirma que algumas amostras podem apresentar componentes "um pouco fora do padrão", mas que isso não significa má qualidade. A empresa Cristal, que era responsável pelo tratamento da água, não presta mais serviço ao município.
*Colaborou Vanessa Kannenberg
CONTRAPONTOS
O que diz o advogado Felipe Cardoso Moreira de Oliveira, que defende Carlos Schroeder:
"A análise da água que a empresa cuida é feita pela Univates (Universidade do Vale do Taquari) e ficará demonstrado que a água tem plenas condições de consumo. Quanto à gravação, o que meu cliente informou é que nessa época ele foi procurado pela prefeitura que solicitou dele um valor para que ele não fosse prejudicado no contrato que já mantinha com a prefeitura".
O que disse o advogado Alexandre Dargel, que defende Marciano Garibotti:"Vamos esperar acesso ao inquérito para falar sobre as suspeitas".
ZERO HORA

    terça-feira, 17 de setembro de 2013

    Polícia faz operação em prefeituras por suspeita de fraude em licitações para tratamento de água

    A Policia Civil desencadeou na manhã desta terça-feira a operação Água Limpa, que apura suspeita de fraude na contratação de empresas que coletam e tratam água em municípios não atendidos pela Companhia Rio-grandense de Saneamento (Corsan).
    Dois empresários já estão presos. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em 14 municípios (confira lista abaixo), sendo que em 13 houve ação em prefeituras, além de empresas e residências.
    O trabalho foi coordenado pelas delegacias de Bento Gonçalves e pela Fazendária, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). 
     É investigada a participação de agentes públicos em fraude a licitações. A investigação foi feita em conjunto com o Ministério Público de Contas e Tribunal de Contas do Estado.
    O trabalho está sendo realizado por 250 policiais civis, que cumprem 22 mandados de
    busca e apreensão.
    Municípios onde houve buscas:
    Lajeado
    Monte Belo do Sul
    Santa Tereza
    Anta Gorda
     Progresso
    Coronel Pilar
    Teutônia
    Forquetinha
    Vale real
    Pirapó
    Saldanha Marinho
    Arroio do Meio
    Boa Vista do Sul
    São Sebastião do Caí